Ela pousou numa linda flor alaranjada,
Chovia...mas mesmo assim, não se importou.
Com suas asinhas negras, em contraste com o
Laranja da flor, mais parecia um por-do-sol!
Olhando para esse mini cenário, não hesiteiE pensei::
" Que vivam em mim borboletas,
Grandes , pequenas...tanto faz!
Que como elas, não me importe
Com chuva, sol, frio ou calor!!
Que vivam em mim borboletas;
Delas preciso das asas que me
Desprendam o riso, o sorriso, a
Flor...quanto à beleza, é tão grande
Que não ouso invejar...que viva
Em mim a liberdade, a poesia e
O amor...pra sempre! como o que vi
Agora...todos sentimentos juntos,
Num único ato:: a borboleta pousando
A flor!" por:: Suzete Torres
Nesse espaço renovo forças, aprimoro pensamentos, delibero sonhos e revelo o muito de mim....
domingo, 1 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Recado 2011/2012
Que a leveza, matéria prima do amor, tome conta
Do seu coração...
Que males pequeninos se dissipem com o vento
Que a madrugada traz...
Que repense quantas vezes necessário for, que
Nada neste mundo é alguma coisa sem amor...
O amor, quando digo amor é amor mesmo, sem
Condições e barreiras...incondicionalmente amor!
O amanhã é incerto para todos, independente de
Condição pessoal, financeira, etc...
O amor sustenta.... alimenta e opera milagres!
Ainda há tempo!!
Nasceu do amor, viveu nele,..então você o conhece!
Não transforme esse amor em indiferença, não faz
Parte do seu perfil! Volto a dizer:: Há tempo ainda...
Você não sabe o que é a dor pegando em suas mãos
E lhe levando onde o amor é parco, onde o amor lhe
Espera, onde o amor é o vencedor...
Vai procurar seu filho...ele precisa do seu amor!! por:: Suzete Torres
Noite companheira
A manhã é calma, a tarde é vazia,
A noite vem vestida de azul anil com
Seu profundo decote... um profundo
Convite para nele mergulhar...
E, mergulho...nem precisa convidar!
A noite é sincera, leal, companheira,
Traz o balanço do dia, encerra em
Paixões, o que é pra apaixonar...
Esconde em cantos,o que é pra guardar,
Guarda consigo o que é pra esconder...
Da cor de sua roupa, azul anil, acendo
Uma vela...busco a intimidade comigo
Mesma...mais densidade, como o fundo
Do mar! por:: Suzete Torres
A noite vem vestida de azul anil com
Seu profundo decote... um profundo
Convite para nele mergulhar...
E, mergulho...nem precisa convidar!
A noite é sincera, leal, companheira,
Traz o balanço do dia, encerra em
Paixões, o que é pra apaixonar...
Esconde em cantos,o que é pra guardar,
Guarda consigo o que é pra esconder...
Da cor de sua roupa, azul anil, acendo
Uma vela...busco a intimidade comigo
Mesma...mais densidade, como o fundo
Do mar! por:: Suzete Torres
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Andante...
Andou por veredas estranhas,
Pensou com as entranhas,
Saltou seu corpo à lua,
Tentou arrebanhar as estrelas...
Por tanto sentir-se grande,
Deitou no chão a esperança,
Que logo precisou dela, pois
Veio a desesperança!
Andou por veredas estranhas,
Pensou que tudo podia, quando
Arreou o corpo, sem saber o que
Fazia...
Lembrou-se do antigo abrigo, de
Onde vinha...pobre, porém seguro, livre
De todas as armas...
Retornou pelas mesmas veredas,
Tirou de suas entranhas o grito que
O salvaria:: Só vós, Senhor, alcançaria
O céu, a lua e as estrelas, sem precisar
Pensou com as entranhas,
Saltou seu corpo à lua,
Tentou arrebanhar as estrelas...
Por tanto sentir-se grande,
Deitou no chão a esperança,
Que logo precisou dela, pois
Veio a desesperança!
Andou por veredas estranhas,
Pensou que tudo podia, quando
Arreou o corpo, sem saber o que
Fazia...
Lembrou-se do antigo abrigo, de
Onde vinha...pobre, porém seguro, livre
De todas as armas...
Retornou pelas mesmas veredas,
Tirou de suas entranhas o grito que
O salvaria:: Só vós, Senhor, alcançaria
O céu, a lua e as estrelas, sem precisar
Do chão, pegar a esperança!
por:: Suzete Torres
Vai e vem...
Um ano que vai, outro que vem...
Nesse vai e vem, eu vou,
Nas nuvens da ida, nas ondas que
Vêm...
Só não sei ainda pra onde que vou,
Espero a vinda do ano que vem...
Pra esquecer, do ano que foi, as
Tristezas e angústias que ele levou...
O ano que vem me traz incertezas...
Por não saber ainda se com asas ele
Vem...preciso delas pra me carregar,
Voar sempre e bem alto quando quiser...
Que venha educado, sem palavrões, sem
Ditaduras e imposições...que me deixe em
Paz...que traga em seus braços,o trevo da
Sorte,e, em suas asas o branco da neve...
Mas que seja forte e tenha o porte dos
Grandes homens...assim como Gandhi...
Já satisfaz...
Um ano que vai, outro que vem...
Dessa roda gigante, quero apenas brincar,
De vida, de sorte e sem frio no estômago...
Só quero escrever!! por:: Suzete Torres
"Tu vens vergando árvores, balançando flores, raiando auroras"!
(Suzete)
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Mudança
Com o rosto amarrotado por tanto dormir,
Acordou sobressaltada, olhou-se no espelho
E chorou...as lágrimas decantadas nos veios
Da pele, vieram assombrar sua mente, que,
Instantes depois trouxeram à lembrança o
Tempo perdido, não vivido...
Num súbito instinto de preservação de corpo
E alma, lavou delicadamente o rosto...
Usou um creme e nos lábios, um batom...
Ajeitou os cabelos, borrifou um suave perfume,
Mudou-se de roupa...e, para o espelho sorriu!
Hoje, ela se prepara para o "Reveillon"!...
(por:: Suzete Torres)
Acordou sobressaltada, olhou-se no espelho
E chorou...as lágrimas decantadas nos veios
Da pele, vieram assombrar sua mente, que,
Instantes depois trouxeram à lembrança o
Tempo perdido, não vivido...
Num súbito instinto de preservação de corpo
E alma, lavou delicadamente o rosto...
Usou um creme e nos lábios, um batom...
Ajeitou os cabelos, borrifou um suave perfume,
Mudou-se de roupa...e, para o espelho sorriu!
Hoje, ela se prepara para o "Reveillon"!...
(por:: Suzete Torres)
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Cipreste
Não quero no meu canto, rima alguma...
Só quero que meu canto seja verde,
Pra ver-te entre os ciprestes, branco
Como a espuma...
E, confundir tua espessura, com os cílios
Ásperos do cipreste, procurar até à copa
Do arbusto, a tua alma insana e gaguejante...
E, ao te encontrar, sentir-te lívido de susto
Ao olhar para os meus olhos, a confundir com
O verde dos ciprestes!
Não saberás tu quem eu sou...o meu olhar há
Muito deixou de ser espelho teu!
por:: Suzete Torres
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