Nesse espaço renovo forças, aprimoro pensamentos, delibero sonhos e revelo o muito de mim....
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Um pouquinho do amor! ( Suzete Torres)
O amor é alguma coisa de etéreo, de beleza extrema...
O amor é fluído que corre nas veias ... É o contentar
Contínuo, que não envelhece, só acontece...enobrece.
O amor é ininterrupto, não permite pausas, não se cansa.
É vigor permeado pelo brilho da satisfação...é luz que não
Se apaga...não gasta, nem desgasta. É vida que borbulha ,
Como espuma e que ferve como a água... sem deixar queimar!
"Que meu coração bata forte por uma razão mais forte ainda"!

Há uma promessa no ar que sopra com o vento,
Renovando pensamento, bicando de luz a esperança, tudo..em um só momento.
Há no silêncio do quarto, uma brisa leve entrando querendo dizer qualquer coisa,
Que não seja argumento..Acostuma-se à aurora que vem e ao ocaso que vai...
Somente os anjos guardam, por serem eles da guarda, o segredo que há no sopro
Do vento novo e ameno...Há uma promessa no ar...fixa o pensamento!
Não deixa que a luz se apague...há muita esperança!
Borboletas buscam o néctar nas flores da natureza....buscamos juntos a promessa
De vida, que os anjos hão de trazer...com certeza! por:: Suzete Torres
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Angústia?
A cada alvorecer, uma forma diferente de me sentir....
A cada forma diferente de me sentir, sempre um aperto no peito,
Qualquer coisa que apreende, angústia talvez...
Um pulsar de coração assustado, uma lágrima que se envergonha
De cair, um frêmito nas mãos...desejo de me aquietar.
O dia bem começou! e eu a sentir a mixagem das flores com a sonoridade
Imprecisa do meu interior...me falta o perfume que convida a dançar...
Um bailar dentro do compasso, sem nostalgias ou qualquer coisa assim...
Alvorada, que beleza...já quase indo, e eu indo junto...sem me apresentar!
Sei que vai passar...logo é o entardecer, e eu a esperar um novo amanhecer!
Quem sabe...amanhã, a surpresa de um novo "manifestar".
por:: Suzete Torres
"Que ninguém possa sentir, como eu, o indefinido incômodo dos transtornos
Emocionais...Não o desejo, sequer, a um ser irracional...tenho medo que
Mesmo por instinto, o sinta e sofra"!
domingo, 27 de novembro de 2011
Veias
Veias em desalinho,Linhas escritas com
Com esboço de poema,
Alinhadas com meu pensar...
Alinhavo o pensamento
Com linhas soltas ao vento,
Perdidas em algum momento
Por descuido do tormento
Em querer segurar...
Veias poéticas se alinham,
Quando firmo, em juramento,
Não mais pensar...
Voltam na escrita pensada,
Tudo aquilo que de minhas
Veias, foi impossível tirar...
Sangue correndo por elas,
Numa disputa irreal,
Veia que reflui no meu corpo,
Veia que expressa o real! por:: Suzete Torres
Do Grego: hypochrités.
26 26America/Sao_Paulo novembro 26America/Sao_Paulo 2011 por Barbara Nonato
Tudo pode até depender mesmo do ponto de vista, porém, apesar de carregar dois olhos estampados na face, meu ponto de vista é um só e as minhas prioridades dependem de mim e de mais ninguém, assim como minhas opiniões e minhas interpretações sobre os fatos que me envolvem.
Em tempo, o termo hipocrisia, derivado do latim (hypocrisis) e do grego (hupokrisis) significa a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). É comumente usada também para designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos. Sendo assim trata de pretensão ou fingimento de ser o que não é. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego hypochrités. Os atores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam numa peça teatral e isso remete à associação a alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.
sábado, 26 de novembro de 2011
Pequeno trecho sobre Marilyn Monroe
Ela tinha fome de amor e lhe demos tranqüilizantes,
para a tristeza de não ser santos, recomendamos-lhe a Psicanálise.
Lembra-te Senhor de seu crescente pavor à câmera
e o ódio à maquiagem – insistindo em maquiar-se em cada cena –e como foi se tornando maior o horror
e maior a impontualidade nos estúdios.
Como toda empregada de loja
sonhou tornar-se estrela de cinema.
E sua vida foi irreal como um sonho que um psiquiatra interpreta e arquiva.
Seus romances foram um beijo com os olhos fechados
que quando se abrem
descobre-se que foi sob os refletores
e apagam os refletores!
e desmontam as paredes do aposento (era um set cinematográfico)
enquanto o Diretor se afasta com sua caderneta porque a cena já foi filmada.
Ou uma viagem de iate, um beijo em Cingapura, um baile e no Rio
uma recepção na mansão do Duque e da Duquesa de Windsor
vistos na TV de um apartamento miserável.
O filme terminou sem o beijo final.
Foi achada morta em sua cama com a mão no telefone.
E os detetives não souberam a quem ela ia chamar.
Foi como alguém que discou o número da única voz amiga
e ouviu apenas a voz de uma gravação que diz: WRONG NUMBER.
Ou como alguém que ferido pelos gangsters
estende a mão a um telefone desligado.
Senhor
quem quer que tenha sido quem ela queria chamar
e não chamou (e talvez fosse ninguém
ou era Alguém cujo número não está na Lista de Los Angeles)
atende Tu ao telefone!
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