Dancemos a valsa da vida!
O sol brilha,escandalosamente...
O meu íntimo está cheio de sementes
Quero semeá-las ao vento para fecundar
em algum lugar...depois procurar por elas...para saber onde foram parar...
Dancemos,pois,a valsa da vida
O sol já se vai vagarosamente...
Minha cabeça rodando,rodando sem saber pr´a onde ir...
Só sei que preciso ir...
Quem sabe,acertando os passos e bem
dentro do compasso,e,sempre rodando,
rodando eu descubro o meu lugar...
Quem sabe até lá já nasceram as sementes que joguei...
Bem no meio de um jardim com flores e querubins
Gostaria de cair...
Senão continuarei rodando,rodando sem saber pr´a onde ir!!!!
Mas...como o vento sempre sopra à procura de um destino,
Ele, com todo respeito,saberá me conduzir....
Me levar ao oásis,onde tudo é aprazível...
Se isso acontecer não poderei de mim apagar,
Que a valsa da vida é bela..mas preciso descansar!!!!
Por:::Suzete Torres
Nesse espaço renovo forças, aprimoro pensamentos, delibero sonhos e revelo o muito de mim....
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
...Porque é amor!
Quando a luz da manhã se estender
E até nossos corpos banhar,
Teremos produzido o amor
Nossos braços,como laço de fita atados por um nó...
Nossa nudez...despida de pudor,porque é amor.
A jardineira do lado de fora da janela...
Dançam as azaléias...porque é amor.
Nossos olhos úmidos de prazer...porque é amor.
Um frêmito de alegria...porque é amor.
E depois...
Depois de um leve relaxamento gradativo e sensual...o mundo ficou mais bonito ...
Porque foi Amor!!!
Por:::Suzete Torres

Cinderela
No peitoril da janela do meu quarto
Ela se acomodou e ficou...
A noite!
Ressonei como criança inquieta,
Que não dorme profundamente
Apenas cochila...
Das imagens embaralhadas e confusas
Lembro-me,quando acordei deste "dormitar"
Que eu era uma cinderela
...Mas não me lembro de procurar
O sapatinho...
A cinderela sorria...sorria muito
De jardim florido ,eu me lembro
Do vestido engomado,me lembro
De cabelos dourados também me lembro
Ora!bolas...balbuciei...
Por que tanto esfôrço para lembrar
Do sonho todo??Se todas nós,mulheres
Temos muito de Cinderela??...
Ela se acomodou e ficou...
A noite!
Ressonei como criança inquieta,
Que não dorme profundamente
Apenas cochila...
Das imagens embaralhadas e confusas
Lembro-me,quando acordei deste "dormitar"
Que eu era uma cinderela
...Mas não me lembro de procurar
O sapatinho...
A cinderela sorria...sorria muito
De jardim florido ,eu me lembro
Do vestido engomado,me lembro
De cabelos dourados também me lembro
Ora!bolas...balbuciei...
Por que tanto esfôrço para lembrar
Do sonho todo??Se todas nós,mulheres
Temos muito de Cinderela??...
Por:::Suzete Torres

Metáfora
Encharcar o solo árido,lavar as plantas...as flores,as praças,os jardins..
Esparsas ou não, convida para semear.
Semear o plantio...esperar a colheita...
Assim como na natureza...ela sugere um
banho aos corações enxovalhados..
Lavar a alma,renovar vidas até então secas,empoeiradas e sujas...limpar pensamentos,matar-lhe a sêde...
Preparando a terra para novos brotos...
Trazendo "novos ares" e lembrando que
Ainda há tempo para a renovação!!
O tempo é agora...enquanto ela cai,
Depois que ela se for,tardio será...
Saia de si...abra as janelas do ser e deixe a chuva molhar!!!
Por:::Suzete Torres
Impertinência
Tão bem caíria o silêncio,agora
Se não houvessem as lembranças de outrora...
Tão bom seria se elas deixassem de visitar minha mente
Para eu poder viver tranquila,sem os "flashs"intermitentes...
Insistentes,elas às vezes me atordoam,
Sem aviso,como a chuva que cai de repente,elas chegam...não perdoam...
O repouso de que preciso,a paz de que necessito,e,nem a mim,que a mim procuro!
Por isso escrevo...na cadência do poema ,
Para passar minhas horas,sòzinha...comigo mesma.
Se não houvessem as lembranças de outrora...
Tão bom seria se elas deixassem de visitar minha mente
Para eu poder viver tranquila,sem os "flashs"intermitentes...
Insistentes,elas às vezes me atordoam,
Sem aviso,como a chuva que cai de repente,elas chegam...não perdoam...
O repouso de que preciso,a paz de que necessito,e,nem a mim,que a mim procuro!
Por isso escrevo...na cadência do poema ,
Para passar minhas horas,sòzinha...comigo mesma.
Por ::::Suzete Torres
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Matizes
Quando,do vermelho da êfemera paixão nada mais restar,
Quando,do azul da ilusão não ficar o brilho,
Quando,do branco da paz só ficar o amarelo do arrependimento,
Quando,do verde de novas aventuras,se transformar em tristezas,
Quando...o tempo se encarregar de desbotar todas as cores,e,numa mistura de todas quiser obter uma nova cor... só ele,o tempo,saberá...porque das cores de antes,vibrantes,
Tudo fizeste para alterar o tom!!!
Quando,do azul da ilusão não ficar o brilho,
Quando,do branco da paz só ficar o amarelo do arrependimento,
Quando,do verde de novas aventuras,se transformar em tristezas,
Quando...o tempo se encarregar de desbotar todas as cores,e,numa mistura de todas quiser obter uma nova cor... só ele,o tempo,saberá...porque das cores de antes,vibrantes,
Tudo fizeste para alterar o tom!!!
Por:::Suzete Torres
Ao amanhecer...
Quando raiar a madrugada,e,nus
Já tivermos feito amor,
Você me cobrirá e eu te cobrirei
Porque uma brisa leve da manhã
Sem intenção de nos resfriar,
Virá soprar em nosso leito...
E nós,querendo ainda nos querermos mais,
Faremos amor novamente ao primeiros raios de luz da manhã,
E então,com o meu corpo colado ao teu, num êxtase final,
Brindaremos a manhã chegando,com a exsudação do nosso amor!!!!
Já tivermos feito amor,
Você me cobrirá e eu te cobrirei
Porque uma brisa leve da manhã
Sem intenção de nos resfriar,
Virá soprar em nosso leito...
E nós,querendo ainda nos querermos mais,
Faremos amor novamente ao primeiros raios de luz da manhã,
E então,com o meu corpo colado ao teu, num êxtase final,
Brindaremos a manhã chegando,com a exsudação do nosso amor!!!!
Por:::Suzete Torres
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